Restituição do IR pode ser usado como entrada em imóveis

A venda de imóveis novos caiu 16% apenas na cidade de São Paulo no mês passado, em comparação a abril de 2015. Fato é que, por causa da crise econômica, o volume de compras e vendas caiu drasticamente nos dois últimos anos. Por isso, tanto o governo quanto as construtoras têm anunciado novas formas de financiamento, a fim de estimular aqueles que desejam investir em imóveis como fonte de renda ou, principalmente, aqueles que sonham em obter a sua casa própria. Uma pesquisa realizada pelo departamento de economia e estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) apontou que o resultado parcial deste ano tem um total de 2.856 unidades residenciais vendidas na maior capital do Brasil. Comparando com o primeiro trimestre de 2015, foi registrada uma alta de 4,4%. Enquanto isso, o indicador de vendas sobre oferta (VSO) acumulado em 12 meses ficou em 40,8% em março, de 41,7% em fevereiro. O resultado do VSO mensal ficou em 4,0% em março, frente aos 3,1% em fevereiro. O valor mensal, no entanto, foi inferior ao indicador VSO de 4,4% de março de 2015. 

Financiamentos Para driblar a crise, uma construtora de Osasco optou por oferecer um diferencial: aceitar o comprovante de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física – IRPF como garantia para a entrada do imóvel. Com valor aproximado de R$ 190 mil, a expectativa da empresa é vender todas as unidades até o final de julho. "Mesmo com a crise no mercado brasileiro, estamos propondo essas formas de pagamento com o objetivo de facilitar a aquisição do imóvel. E a estratégia vem dando certo. Dessa forma, o comprador consegue diluir o pagamento da entrada, não onerando assim sua renda mensal", Dante Seferian, CEO da Danpris. De acordo com ele, o pagamento do 13º salário também poderá ser usado para abater a entrada do bem. Caixa Em março, a Caixa Econômica Federal anunciou um aumento no teto do valor financiado do imóvel usado, de 50% para 70% pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e também para os imóveis usados financiados pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) que passam a ter 60% do valor financiado. Junto com essas mudanças, a 

Caixa também fez a quarta elevação de juros no crédito imobiliário desde o início de 2015. Uma pesquisa realizada pelo VivaReal, plataforma online que possibilita a comunicação entre imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores mostrou que 50% dos entrevistados não estavam cientes das alterações realizadas pela Caixa. Entre os que sabiam das mudanças, 63% devem continuar a busca com o mesmo valor procurado anteriormente e apenas 12% voltaram a procurar imóveis depois das alterações. Apenas 2% dos consumidores passaram a buscar imóveis mais caros após as alterações da Caixa.  A crise econômica foi apontada por 13% dos entrevistados como motivo para desistir da compra do imóvel. Outros 56% optaram por mudar o banco escolhido para o financiamento.

Fonte:deducao.com.br

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