Como manter o assédio longe da sua empresa

O assédio moral e sexual no ambiente de trabalho é mais comum do que se pensa. Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), mais de 50% dos trabalhadores já sofreram algum tipo de violência no ambiente corporativo, dando ênfase ao assédio sexual. Outro dado preocupante é que quase 90% das vítimas não denunciaram, o que pode servir de alerta para as empresas olharem mais de perto o problema e desenvolverem meios para dar suporte às vítimas.

O Código Penal já caracteriza como crime o assédio sexual. De acordo com a legislação, é considerado delito o pedido de favores sexuais pelo superior hierárquico da assediada, que pode ser o diretor, o gerente, o chefe, ou sócio da entidade empregadora. Para ser enquadrado na lei, é, necessário que o assediador tenha poder para influir na carreira, ou nas condições de trabalho da assediada, que passa a temer a demissão, transferência ou perda de promoção. Mas qualquer conduta abusiva, independentemente da relação profissional entre os funcionários, deve ser imediatamente comunicada à companhia, que tem um papel primordial para incentivar a denúncia e promover a retaliação.

Para Scher Soares, especialista em mudança de comportamento, é importante que a empresa conheça e oriente todos os seus colaboradores sobre quais aspectos podem ser considerados assédio. “As condutas são múltiplas: brincadeiras de duplo sentido, elogios ligados a forma física, apelidos para criar intimidade, comentários com outros colegas sobre os dotes físicos. Existem situações em que, diante do poder que tem o assediador, por conta de seu cargo, vincula-se manutenção do emprego ou a ascensão na carreira mediante à uma “retribuição” de cunho sexual”, afirma.

Empresas que implementam política contra o assédio e dão abertura para esse debate no ambiente corporativo ajudam a coibir que os acostumados com postura machista e assediadora tenham tal comportamento. “Dessa forma eles terão certeza de que sua conduta não será tolerada e ninguém fará vista grossa para suas atitudes”, observa o especialista.

Soares ainda dá alguma orientações: estabeleça um código de conduta e certifique-se de que ele está sendo seguido por todos; crie a figura do Ouvidor para que o(a) colaborador(a) denuncie alguma prática considerada abusiva; trabalhe insistentemente para que exista um clima saudável na empresa, investindo no bom relacionamento entre os seus funcionários. E se houver alguma ocorrência, converse com as partes envolvidas separadamente para saber a visão de ambas sobre o caso, e jamais os exponha - se necessário, recorra aos advogados.

Fonte: administradores.com.br

Links Úteis







Agenda Tributária

  • 25/Março/2019
  • DCTF Mensal | Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • DCTF - Inativa | Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte
  • COFINS
  • PIS/Pasep
  • IPI | Imposto sobre Produtos Industrializados
saiba mais

Cotações e Índices

Moedas - 22/03/2019 13:21:04
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,888
  • 3,889
  • Paralelo
  • 3,820
  • 4,030
  • Turismo
  • 3,730
  • 4,040
  • Euro
  • 4,391
  • 4,393
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,915
  • 3,914
  • Libra
  • 5,136
  • 5,137
  • Ouro
  • 159,000
  •  
Mensal - 14/02/2019
  • Índices
  • Dez
  • Jan
  • Inpc/Ibge
  • 0,14
  • 0,36
  • Ipc/Fipe
  • 0,09
  • 0,58
  • Ipc/Fgv
  • 0,21
  • 0,57
  • Igp-m/Fgv
  • -0,49
  • 0,01
  • Igp-di/Fgv
  • -0,45
  • 0,07
  • Selic
  • 0,49
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,56
  • -
  • TR
  • -
  • -
saiba mais
Contabras - Contabilidade e Auditoria

Rua Lisboa 391, Jardim América
CEP 05413-000 | São Paulo - SP
Fone: (11) 3062.2388


Desenvolvido pela TBrWeb
(XHTML / CSS)